JEQUIÉ VOLTA A BRILHAR NA OLIMPÍADA NACIONAL DE HISTÓRIA DO BRASIL/UNICAMP – Simões Filho Fm
Redação

JEQUIÉ VOLTA A BRILHAR NA OLIMPÍADA NACIONAL DE HISTÓRIA DO BRASIL/UNICAMP


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Jequié volta a brilhar na Olimpíada Nacional de História do Brasil. Uma das três equipes participantes – todas do Colégio Matisse – conquistou medalha de bronze, em encontro promovido pela Unicamp, em Campinas-SP, no último fim de semana (18 e 19AGO18), com a participação de 311 equipes, um total de 1,2 mil integrantes do País inteiro. Exceto o Amapá, a final contou com representantes de todos os demais estados.

A Bahia ficou em quinto lugar no quadro geral, com 4 medalhas, sendo 3 de bronze e 1 prata. No ano passado, uma equipe do Colégio Social havia conquistado medalha de bronze, também sob a coordenação do professor Alessandro Coelho. Neste ano de 2018, a ONHB teve 57,5 mil inscritos desde a fase inicial. As equipes passaram por seis etapas de provas online com duração de uma semana cada. A final contou com a realização de uma prova dissertativa.

Como funciona a Olimpíada de História

A Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB) é um projeto realizado pelo Departamento de História da Unicamp. A participação ocorre por meio de equipes formadas por um professor e três alunos matriculados nos 8º e 9º anos do ensino Fundamental e todos os anos do Ensino Médio.

É composta por seis fases de provas realizadas de forma online, com duração de uma semana cada. As questões de múltipla escolha e realização de tarefas são respondidas pelos participantes por meio de debate, pesquisa em livros, internet e orientação do professor.

O método, totalmente inovador, tem como principal objetivo incentivar o desenvolvimento da análise crítica e discussões sobre os mais variados assuntos, por meio de pesquisa e análise de textos, imagens e mapas. Dessa forma, a ONHB consolida-se como uma importante ferramenta de aprendizado do ensino de História. O projeto tem apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTic), do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e do Programa de Pós-Graduação em História da Unicamp.


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