Resposta de Zema para CPI do INSS: ‘Tem medo de gente competente’ – Simões Filho Fm
por Redação

Resposta de Zema para CPI do INSS: ‘Tem medo de gente competente’


 
 
 

O governador Romeu Zema (Novo) usou as redes sociais para responder à convocação para prestar esclarecimentos na CPMI do INSS, em andamento no Congresso Nacional. O pedido, apresentado por parlamentares da base do governo Lula (PT), foi aprovado nesta quinta-feira (4/12), em meio à escalada de tensão entre governistas e oposição.

A justificativa que fundamentou a convocação seria para esclarecer suspeitas envolvendo a “Zema Financeira”. O governador classificou a convocação como “retaliação eleitoral” e negou qualquer tipo de irregularidade nas empresas de sua família.

De acordo com o governador, a convocação é apenas uma “cortina de fumaça” para proteger os verdadeiros culpados e a motivação principal, na avaliação de Zema, é o “medo” dos adversários.

“Inventaram mais essa CPI para ser utilizada como retaliação eleitoral. E nós sabemos muito bem o motivo: eles têm medo da eleição de gente competente, de gente que faz o certo”, disse. “A convocação para a CPI não é de forma alguma a busca da verdade. É, sim, uma retaliação eleitoral contra um pré-candidato que parece está incomodando muito porque já mostrou que conserta os erros do PT”, complementou.

 

 

Disputa política

A votação ocorreu na última sessão da CPMI antes do recesso parlamentar. A oitiva de Zema, no entanto, só deve ocorrer a partir de fevereiro, quando o Congresso retoma as atividades e a CPMI volta a se reunir para definir o calendário das próximas etapas da investigação.

O autor do requerimento de convocação, deputado Rogério Correia (PT-MG) argumentou no pedido que a convocação de Zema era necessária para que o governador esclarecesse a atuação da empresa em questão na oferta de produtos financeiros a aposentados e pensionistas, incluindo operações de crédito consignado.

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Em documento enviado à CPMI, a equipe de Zema já havia adiantado os argumentos do governador e dito que a convocação tem caráter político-eleitoral.

Os advogados informaram que o governador não participa da gestão da empresa desde 22 de outubro de 2018, quando se desligou formalmente da sociedade, conforme ata de assembleia geral extraordinária registrada na Junta Comercial de Minas Gerais.

 

Fonte: O Tempo

 


 
 
 

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